Rodrigo Pitta
Um artista de muitas faces

Poeta, compositor, dramaturgo, cantor, criativo e
diretor, Rodrigo Pitta é uma das revelações da música
brasileira atual.

Lançou seu primeiro álbum Estados Alterados em
2013, em performances em diversas cidades do
mundo como São Paulo, Rio, Salvador, Los Angeles,
Paris, entre outras.

O álbum, produzido por Arto Lindsay, rendeu
indicações para o Prêmio da Musica Brasileira e teve a
canção Sambas Urbanos na trilha
da novela Amor á Vida.

Novo cantor mas com vasta experiencia em outros
campos da arte, iniciou sua carreira como diretor aos
18 anos em 1996 dirigindo o
musical Pocket Broadway, sucesso do teatro paulistano,
que esteve em cartaz até 1998 em diversos
teatros do Brasil.

Em 2000 estreou a ópera rock Cazas de Cazuza
deflagrando a febre de musicais no Brasil, com trilha
sonora da Som Livre.

Dirigiu e escreveu diversos espetáculos como
Modernidade (2002), Pátria Armada (2007) co-autoria
com o diretor Leonardo Netto,
e Um Homem Chamado Lee (2008) co-autoria
com o roteirista Fábio Mendes.

R.Pitta lançou na Bienal o livro “Água Gasolina e a
Virgem Maria” com prefácio de Gilberto Gil.

Como compositor já teve algumas canções em
novelas da TV Globo, além de ser parceiro da cantora
Ana Carolina na cancão Bang Bang 2.

Pitta é também um dos únicos parceiros postumos de
Cazuza nas canções “Modernidade” (O Clone) e
Confessional (ainda inédita), letras do arquivo do
cantor presenteadas por Lucinha Araújo.

“… Rodrigo pitta, escolhido pela
poesia, guiado pelas mãos dos
mestres imortais por caminhos
milenares da palavra encantada,
apresenta-se aqui, mais uma vez, por
meio deste trabalho de lavra poética,
para levar adiante a tocha, a
brocha, a broca, a roca e todo um
caminhão cheio de ferramentas de
fazer caminhos.”

Gilberto Gil